Fazendo parte da série de perfis de pessoas e empresas relacionadas com a nossa comunidade, apresentamos o director do LACS José Rodrigues.

O teu trabalho em três palavras?
Desafiante, complexo e inspirador.

A melhor coisa do teu trabalho?
As pessoas.

Descreve um dia típico no LACS?
Como não estamos no pleno potencial do edifício, o meu dia de trabalho é dividido entre questões operacionais, do bem estar dos membros da comunidade e desenvolvimento de negócio e gestão financeira.

Ouves música enquanto trabalhas?
Hoje ainda não, mas se fosse a ouvir poderia ser The Smiths, The Cure ou Bossa Nova… depende do momento do dia, dá para ouvir um pouco de tudo!

O que distingue o LACS?
Claramente a visão inspiradora do seu negócio, é muito mais que um espaço ou um edifício junto ao rio, é sim toda uma comunidade que se vai desenvolver dentro do LACS, os laços que se vão criar entre os as pessoas e negócios, para que possam crescer a um ritmo mais acelerado do que se estivessem noutro sítio.

O que mais gostas na comunidade LACS?
A inspiração diária, temos pessoas de várias idades, culturas e países que têm ideias de negócio fantásticas. Isso é absolutamente inspirador para quem trabalha num projecto como este.

 

O que querias ser quando eras criança?
Um engenheiro mecânico.

O teu primeiro emprego?
Foi trabalhar em turismo de aventura, organiza actividades radicais como rapel, paintball, escalada, slide, cheguei a ter uma empresa relacionada com isso.

Um conselho que darias ao teu eu mais novo?
Faz tudo igual, a aprendizagem é extraordinária. Com ou sem erros, aprende-se imenso.

Uma pessoa que te inspire?
O Nelson Mandela, inspira-me porque vivi muitos anos em África, estive várias vezes onde ele vivia, onde esteve preso e todas as pessoas daquele país realmente foram inspiradas por ele. Foi uma pessoa diferente, mesmo com tudo o que lhe fizeram, sempre teve a capacidade de perdoar em prol de um bem maior, a nação dele.

Qual o segredo para o sucesso?
Muito trabalho e alguma sorte.

Conselhos para quem está agora a começar?
Não chega ter boas ideias, é importante juntar-lhes processos e sistemas. Se puder aconselhar estas start-ups espectaculares é que as empresas também são feitas de processos e sistemas, e que podem entrar pessoas com mais anos de experiência, provavelmente de empresas multinacionais, que podem trazer inputs interessantes a estas organizações. Resumidamente, não descurem os mais velhos porque podem trazer coisas interessantes aos mais novos.

Locais favoritos em Lisboa?
Adoro a marginal, da Boca do Inferno até Lisboa. Na cidade, o Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, mas qualquer sítio que tenha um bom copo de vinho e um petisco é um local favorito.